terça-feira, 3 de outubro de 2017

ASCENDENTE GÉMEOS - DESCENDENTE SAGITÁRIO


MAPA NATAL DE VANCE PACKARD

Se o signo que ascende é Gémeos, o nativo enfrentará a vida com curiosidade, espírito inquisitivo e desejo de entender como funcionam as pessoas e as coisas.
A versatilidade e a adaptabilidade são dois dos dons de Gémeos, mas podem dar origem a demasiados interesses diversos. A quem tenha este Ascendente aborrece-o perder alternativas, e comprometer-se com uma só opção significa excluir muitíssimas outras.
O cultivo da capacidade de comunicação,  seja escrevendo, falando ou mediante qualquer outra forma do intercâmbio de ideias, contribui para o sentimento de identidade destas pessoas, e incrementa além disso a influência que exercem sobre o meio. Em certo sentido, estão feitos para distribuir informação; recolhem certas ideias ou atitudes nalguma parte e depois depositam-nas e aplicam-nas noutros lugares. Se o resto da Carta é, por sua natureza, de terra ou de água, a capacidade de ser analítico, desapegado e objetivo tende a converter-se numa necessidade imperiosa.
No entanto, se o resto da carta é de ar e de fogo, este signo como Ascendente acrescenta-se à inquietude da sua natureza e aumenta a dificuldade para permanecer no mesmo lugar durante o tempo suficiente para aprofundar o entendimento dessa esfera ou para converter-se numa autêntica autoridade nesse campo. Existe o perigo de que o nativo possa ser muito rápido e perca o contacto com o corpo e os sentimentos.
Se Gémeos é o signo que ascende, o que se encontra na cúspide da Casa VII é Sagitário. Através de um relacionamento, oferece-se a estas pessoas o marco de referência ideológico de outra pessoa como meio para entender, explorar e interpretar a vida. O melhor casal é alguém que possa contrariar a tendência geminiana a perder-se num labirinto de ideias ou numa rede de coisas sem nenhum significado. A visão mais ampla de Sagitário, e as suas aspirações, ajudam o Ascendente Gémeos a manter o sentido da orientação e o objetivo, em vez de ver-se continuamente desviado da sua rota. Em poucas palavras, com frequência outras pessoas proporcionam à do Ascendente Gémeos o sentimento global de um propósito que ela não é capaz de encontrar por si só.
Os de Ascendente Geminiano encarnam-se com frequência num físico flexível e ágil, de mãos esbeltas, que quando não estão ocupadas gesticulando são muito hábeis para desarmar e voltar a armar coisas. A pessoa pode ter  literalmente uma em relação com muitas situações, e pode até dar, em diferentes momentos, a impressão de pessoas diferentes. Estes nativos muitas vezes são muito habilidosos para representar outros.
George Bernard Shaw, que utilizou a agudeza da sua mente e a sua habilidade literária para promover as suas crenças filosóficas e sociais, exemplifica bem a combinação Gémeos Ascendente/Sagitário Descendente. Vance Packard, o autor de Persuasores Ocultos e de Os Trepadores da Pirâmide, também usou a capacidade de pesquisa  do seu Ascendente Gémeos para detetar e expor as tendências mais gerais (Sagitário) que operam na sociedade contemporânea.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

JÚPITER EM TRÂNSITO PELA CASA I



Uma onda de otimismo e confiança caracteriza este período, e você irradia muitas das suas qualidades positivas as quais podem abrir-lhe muitas oportunidades. As crenças acerca de você mesmo (a) que limitaram no passado o que estava disposto (a) a alcançar na sua vida, têm uma influência menos poderosa e você viverá uma sensação ampla de possibilidades e desejos para o seu futuro.
Existe também uma tendência a que se expanda fisicamente, por isso tenha cuidado em não exagerar com as coisas boas da vida.
Indica-nos a direção a tomar, como nos prepararmos para o futuro e nos incita à ação. Ao dotar-nos de uma intuição justa, define as nossas necessidades e os nossos desejos. Este trânsito marca o começo de uma ação. Inaugura um período próspero, que nos desperta um forte apetite pela vida.
Devemos ter cuidado. Entre o otimismo e a embriaguez eufórica, entre o apetite e a calúnia, há apenas um passo, que não deve ser dado. A realidade pode nos chamar à ordem: não somos invencíveis e o êxito tem o seu momento.


domingo, 30 de julho de 2017

VÉNUS NATAL NA CASA 1



Se entendemos a Casa 1 como a descrição da forma em que melhor realizamos a nossa própria e peculiar identidade, ter nela Vénus faz pensar que a vida será recebida de braços abertos.
Este posicionamento indica uma natural necessidade de se relacionar com os outros mediante a sensibilidade, o requinte e  boa vontade.
Mas, embora estas pessoas se encontrem a si mesmas ao serem harmoniosas e complacentes, existe o perigo de que, ao tentar serem tudo para todos, terminem perdendo-se elas mesmas.
Vénus na Casa 1 recorda-nos que também temos de nos amar e respeitar a nós mesmos. De facto, o sentimento do próprio valor e uma certa autoestima são importantíssimos para ter uma visão mais clara das outras pessoas e poder amá-las. Se apreciamos o nosso próprio valor, poderemos apreciar o das outras pessoas. Se nos aceitamos, torna-se mais fácil aceitar os outros.
Se os nativos que têm Vénus nesta casa não aprendem a amar-se e respeita-se a si mesmos, é possível que manipulem as pessoas para consegui-lo. Como a proverbial coquete, empenham-se para obter o máximo de elogios e atenção possíveis, porque assim se demonstram o seu mérito e o seu valor.
Algumas pessoas que têm Vénus na casa 1 jamais deixam o cinturão de Afrodite: fazem gala de uma evidente sedução, que sempre podem usar em seu próprio benefício, podem mesmo chegar a ser abertamente traiçoeiras.
Com frequência, Vénus neste posicionamento exibe a beleza física ou uma que exerce a sua atração sobre os outros. São pessoas que podem, literalmente, encarnar as melhores qualidades do signo onde está posicionada Vénus na casa 1. Mesmo se não contam com a tradicional boa presença,  serão simpáticos e atraentes graças à sua capacidade de apreciar e admirar.
Na casa 1, necessitamos que a nossa presença seja reconhecida. Os doces devaneios de Vénus podem ser muito encantadores, mas se os leva demasiado longe podem chegar à negligência (sentar-se   e esperar que as coisas venham ao encontro ).
Se está com bom aspeto, este posicionamento indica uma educação harmoniosa na infância, que dota a pessoa de um sentimento positivo de si mesma e de uma visão otimista da vida.
Tem uma grande beleza e encanto pessoal. A sua simpatia e gentileza conquistarão as pessoas que o (a) conhecem. As suas maneiras são suaves e delicadas e sentirá desagrado pelos  ruídos, a violência e os problemas. Em vez disso desenvolverá um grande sentido estético e pode destacar-se nalguma atividade artística. Esta mesma influência torna-o (a) bem sucedido (a) nas suas relações sociais porque será muito amado (a) e procurado (a). O seu tom cálido e agradável terá um efeito relaxante sobre os outros. Sentirá uma grande atração pelos prazeres em geral e portanto, deverá ter bons hábitos alimentares. A música suave e as cores pastel exercerão sempre um efeito calmante sobre o seu temperamento. Preocupar-se-á por se apresentar bem e o seu gosto será refinado. Isto realçará a sua beleza física inata. Resolverá os seus conflitos com diplomacia e tato evitando todas as tensões.
Do lado negativo, pode tender à comodidade, sendo preguiçoso (a) e indulgente. Será pouco cooperante  e procurará ser sempre atendido (a) pelos outros em vez de se arranjar sozinho (a). De uma ou de outra maneira, o seu encanto será irresistível.
É muito consciente da sua aparência pessoal, atratividade e carisma e pode ser um tanto narcisista, por outro lado, preocupa-se por estar em companhia dos outros e tem uma maneira agradável e acolhedora que as pessoas acham muito atraente. Usa o seu tato e carisma para conseguir o que quer em vez de fazer esforços intensos ou usar a força. O seu desejo de amor e afeto esclarece tudo o que faz.
                                        

sexta-feira, 23 de junho de 2017

SOL EM TRÂNSITO EM ASPETO COM PLUTÃO NATAL



EM ASPETO POSITIVO:
Manifestam-se impulsos profundos que provêm às vezes do nosso passado distante. Mas a nossa força psíquica permite-nos analisá-los e depois usá-los para criar. Somos dinâmicos, potentes e gozamos também de certo magnetismo.

EM ASPETO NEGATIVO:
O nosso poder de influência sobre as outras pessoas é forte neste momento, dando-nos um poder de alterar o nosso meio assim como as relações. Os impulsos mal canalisados podem desestabilizar-nos. Devem temer-se a ansiedade e também a angústia. Devemos procurar direcionar esse excesso de energia para algo prático e construtivo, como limpar as coisas, concertá-las e reorganizá-las.

SOL EM TRÂNSITO EM CONJUNÇÃO COM PLUTÃO NATAL:
Algo que tem estado perdido ou oculto pode voltar à luz agora. Os segredos, sentimentos e desejos enterrados há algum tempo poderão ser revelados. Este é também um momento no qual pode chegar facilmente a extremos. Você submerge-se profundamente e, até mesmo,  chega a ser um tanto obsessivo (a) no que está fazendo. O funcionar para além dos seus próprios limites pode ser destrutivo agora.

SOL EM TRÂNSITO EM SEXTIL COM PLUTÃO NATAL:
Existem oportunidades para a partilha profunda e poderosa, contactos  significativos com os outros, especialmente com pessoas que partilham o mesmo objetivo ou ideal. Uma oportunidade para uma função de liderança é também provável.

SOL EM TRÂNSITO EM TRÍGONO CON PLUTÃO NATAL:
Este é um momento excelente para eliminar tudo o que seja desnecessário ou antiquado na sua vida, desde a desordem à sua volta, até  uma relação doentia, ou ainda, uma atitude contida por muito tempo ou crença que o (a) limite de fazer o que realmente quer na sua vida.
Também, está mais perspicaz do que o habitual. Vê os outros mais  claramente e pode descobrir um segredo ou um aspeto oculto de alguma situação.
Algo perdido, oculto ou esquecido, pode vir à luz.

SOL EM TRÂNSITO EM QUADRATURA COM PLUTÃO NATAL:
Aspetos subjacentes ou anteriormente ocultos de uma situação vêm agora à luz.
O mau uso do poder pessoal, dominar ou manipular os outros e as formas subtis em que tenta controlar  as situações ou outra pessoa, são os assuntos principais. Aparece o tirano que há em si, ou se encontra lidando com o lado mais difícil, obscuro e tirânico de outras pessoas.
Além disso, pode ser este um momento no qual se vê forçado (a) a confrontar e a lidar com algo que já não funciona mais, desde bens antigos e desgastados, até uma relação doentia ou uma atitude profundamente arraigada de autoderrota.

SOL EM TRÂNSITO EM OPOSIÇÃO COM PLUTÃO NATAL:
Confronta diretamente algo que tem estado oculto, esquecido ou ignorado por muito tempo. Os assuntos não resolvidos nas relações pessoais agitam-se e as causas profundas por um aspeto problemático ou doloroso de uma relação podem ser trazidas à luz.
O poder pessoal e o controlo são temas importantes para si no momento, e se tem demasiado poder (por exemplo: poderá ser manipulador ou tirânico) ou muito pouco poder (por exemplo: extremamente passivo ou cai facilmente no papel de vítima), então ver-se-á enredado (a) em problemas de poder com os outros.



domingo, 4 de junho de 2017

TOURO ASCENDENTE - ESCORPIÃO DESCENDENTE


Se Touro, signo fixo e de terra, está no Ascendente, tem-se  a necessidade de enfrentar a vida com mais lentidão e perseverança. Em vez de apressar as coisas, o nativo com ascendente Touro deve planejar, estruturar e trabalhar sistematicamente no sentido de atingir os seus objetivos. A fixidez deste signo no Ascendente faz pensar que talvez a pessoa necessite agarrar-se a uma fase da experiência ou permanecer nela, durante muito mais tempo que os nativos com Áries no Ascendente. O perigo reside em tornar-se demasiado ocioso ou indolente e continuar com algo por puro hábito, apego e sensação de segurança, quando isso na verdade já ficou para trás,    o seu propósito ou a sua utilidade. Será necessário que quem tem como Ascendente Touro aprenda quando tem que agarrar-se e quando tem que deixar ir.
Estes nativos têm também a necessidade de se sentirem cómodos com a esfera terrena e material da vida e de ver os resultados concretos e tangíveis dos seus esforços. É necessário que cultivem uma sensata consideração para o corpo e as suas exigências. Deixar-se levar ou reagir em excesso pelos instintos não é o ideal, mas tão-pouco é uma situação sã separar-se radicalmente da natureza instintiva básica.
Quando Touro ascende, o signo que se encontra no Descendente é Escorpião. Isto significa que na esfera das relações despertarão emoções fortes e intensas (Escorpião). Os ciúmes e a possessividade podem estar na base de muitos problemas interpessoais e quem tem Ascendente Touro terá que enfrentar-se com o lado destrutivo da sua própria natureza emocional, examiná-lo e dominá-lo. Por outras palavras, Escorpião na cúspide da casa VII obriga estas pessoas a olhar para dentro, a indagar nas motivações ocultas e nas causas subjacentes com o fim de transformar a sua própria maneira de usar o seu poder. O Descendente Escorpião não lhes permite levar a vida à letra. Os problemas de relação arrancam-nos da sua letargia e exigem-lhes operações periódicas de limpeza e eliminação do que armazenaram dentro de si, para poder transformar modelos habituais e velhos que se tornaram inutilizáveis.

Mapa Natal de Vivien Leigh - ASC Touro DESC Escorpião

Tenho observado dois tipos físicos diferentes que estão associados com o Ascendente Touro. A estrutura mais comum deste signo é sólida e de aspeto bastante pesado: um ar saudável e, sempre pronto para qualquer   um, ar de Falstaff, por vezes com o traço, caracteristicamente taurino do pescoço curto e grosso. Por outro lado, alguns indivíduos com este Ascendente têm um aspeto mais delicado e cinzelado, que destaca o aspeto estético de Vénus, o planeta regente do signo da atriz Vivien  Leigh, famosa pelo seu papel de Scarlett O'Hara no filme "E Tudo o Vento Levou", é um exemplo deste tipo: nasceu com Ascendente Touro e Vénus seu regente em Libra. Também Percy Bysshe Shelley, o poeta lírico inglês  que se descreve com uma compleição frágil e delicada, tinha Ascendente Touro e Vénus na Casa V - a da expressão criativa. Walt Whitman com a sua rica apreciação da vida e da natureza, tinha Vénus no seu domicílio (Touro).
                                                                                                                                                                                                             

terça-feira, 23 de maio de 2017

MERCÚRIO NATAL NA CASA 2



Você valoriza aquilo que pode produzir resultados práticos e que tenha por objetivo ganhar dinheiro. As suas ideias apontam para o mundo dos negócios mas poderá ganhar também escrevendo, ensinando, viajando ou trabalhando em meios de comunicação tais como a rádio, jornais ou televisão. É provável, também, que tenha diversas ocupações em vez de uma só. Deve preocupar-se por alcançar um bom nível cultural e académico porque os seus rendimentos dependem em grande parte do aproveitamento da sua inteligência.
As suas habilidades mentais e inteligência são direcionadas para os assuntos práticos e está interessado (a) nos efeitos tangíveis de qualquer ideia ou conceito abstrato. Interessa-se muito pelas finanças, economia e nas estratégias para ganhar mais dinheiro.
Se está com bom aspeto nesta casa, Mercúrio pode ser hábil manipulador de dinheiro ou de finanças, especialmente hábil para a arbitragem e para fechar negociações.
Existe a possibilidade de que ganhe dinheiro com profissões tais como vendedor, escritor, conferencista, professor, em trabalhos de escritório, na indústria de transporte, etc.
Os que têm Mercúrio na II casa, podem estar ligados com o movimento ou a distribuição de bens, com o planeamento de novas técnicas de produção, ou interessar-se por novas maneiras de melhorar a qualidade de produtos já existentes.
Entre os valores inatos que há que cultivar contam-se o engenho, a destreza, a flexibilidade e um talento especial para usar as palavras.
Num nível mais amplo, existe curiosidade e desejo de compreender a natureza do mundo físico. Uma pedrinha encontrada na praia ou a complexa estrutura de um folículo de cabelo são profundamente fascinantes durante um par de minutos.
Mediante o conhecimento e a aprendizagem de como funciona algo, alcança-se um sentimento de segurança. No entanto, a menos que esteja num signo de fogo, quando Mercúrio está posicionado na terrena casa II necessitará certo tempo para que a experiência possa ser plenamente transmutada em entendimento.
Gémeos na casa II sugere mais de uma fonte de rendimentos ou em mais de uma forma de ganhar dinheiro. A rapidez mental e criatividade são bens de mercado.
Em certas alturas, é possível que a pessoa trabalhe com familiares.
Virgem na casa II insiste na precisão e no cuidado dos detalhes como recursos inatos que vale a pena cultivar.
Prudentes e cautelosos com o dinheiro e os bens, é provável que estas pessoas Deem mais importância à qualidade do que à quantidade.
Algumas pessoas que têm este posicionamento chegam a valorizar o bom funcionamento do corpo como o bem mais importante da vida.


terça-feira, 25 de abril de 2017

PLUTÃO NATAL NAS CASAS



Como Úrano e Neptuno, Plutão é outro princípio que impulsiona inexoravelmente a vida a seguir para a frente e a livrar-se de velhas formas para deixar espaço às novas. Assim como uma serpente, se despoja da sua pele, algo nos empurra a partir de dentro, do mais profundo; impele-nos a transcender as fases antigas e gastas da vida e nos indica o caminho que nos irá permitir seguir crescendo e evoluindo. Finalmente, o novo se converterá no velho, e também esse terá de ser abandonado para iniciar ainda uma nova fase.
Plutão e Neptuno em particular, ambos deuses do mundo subterrâneo, têm em comum algumas semelhanças, enquanto minam com ânimo subversivo os nossos antigos marcos de referência e nos obrigam a levantar as mãos e render-nos. De todas as maneiras, diferem de forma espetacular no modo de fazê-lo. Como as térmitas ou o caruncho que devoram os alicerces de uma casa, Neptuno dissolve lentamente a rigidez da antiga estrutura. Com Plutão, no entanto, o teto cai-nos em cima, esmagando-nos a cabeça com uma tonelada de ladrilhos. Mais cru que Neptuno, Plutão representa uma pressão crescente que gradualmente vai chegando ao seu auge, até que nos liquida. 
Enquanto que Neptuno nos engana para que mudemos, fazendo-nos sentir que nos podemos limpar e purificar através do sacrifício e do sofrimento, Plutão assegura-se de que renunciaremos ao velho aniquilando-o totalmente, até que nada fique. Com a sua exigência de que um ciclo termine e um novo comece, Plutão não nos deixa outra opção que não seja mudar ou morrer.
Um dos ditos mais antigos que consta, (Sylvia Brinton Perera relata belamente no seu livro The Descentato The Goddess) descreve com muita clareza como funciona Plutão numa Casa. Inanna é a deusa dos céus, vivaz, radiante e jubilosa. Ereshkigal, cujo nome significa as sombras, é sua irmã e vive no mundo subterrâneo e representa uma forma matriarcal e mais antiga de Plutão. O marido de Ereshkigal acaba de morrer e Inanna decide descer ao mundo subterrâneo para assistir ao seu funeral. Mas, em vez de receber com cordialidade a sua irmã, Ereshkigal saúda-a com um olhar sombrio e venenoso e submete Inanna ao mesmo tratamento que devem sofrer todas as almas quando entram no domínio de Ereshkigal. Há sete entradas ou portais que conduzem ao mundo subterrâneo e em cada um deles, todo o que o atravesse deve despojar-se de uma peça de roupa ou de uma joia. Inanna, principesca no seu decoro, deve ir retirando túnicas, capas, pedras preciosas no processo, de maneira que quando chega a ver-se frente à sua irmã, no mais profundo do mundo subterrâneo, encontra-se completamente nua diante dela. Por outras palavras: Plutão  (Ereshkigal) desnuda-nos das coisas com que nos temos adornado, das coisas mediante as quais temos construído o nosso sentimento de identidade. Embora seja uma experiência muito desagradável e degradante, o mito diz-nos que é esta uma força destrutiva que devemos respeitar e perante a qual  temos de nos curvar. Apesar de tudo, é a obra de uma deusa, de uma divindade que representa ou que serve um centro ou um poder superior de organização. É provável que a Casa onde se encontre Plutão seja o lugar onde tenhamos que enfrentar desta forma Ereshkigal - deusa das sombras, mas de qualquer forma, deusa - e render-lhe homenagem.
Ereshkigal então mata Inanna e pendura-a num gancho de carniceiro no mundo subterrâneo: lá fica apodrecendo a bela deusa dos céus, a de elevadas intenções. De modo semelhante, a Casa que habita Plutão é onde talvez tenhamos que lidar com o que está podre em nós. É neste domínio onde nos encontramos com os aspetos mais obscuros e indiferenciados da nossa natureza: com as paixões e as obsessões que nos sobrecarregam, com a nossa avidez de poder, com a nossa sensualidade bruta, os nossos ciúmes e a nossa inveja; com a nossa voracidade, o nosso ódio, a nossa cólera e selvagismo, e com as nossas feridas e as nossas dores mais primárias. Não podemos ser íntegros enquanto tudo isso não tenha sido trazido à superfície, transmutado e adequadamente reintegrado na psique.
Embora tudo isto soe desagradável, e com frequência o seja, devemos recordar que Plutão era também o deus dos tesouros escondidos e das riquezas ocultas. Através do choque que o  provoca, aquelas nossas partes que tínhamos desconhecido e desterrado ao inconsciente -e que estavam,, por fim, fora do nosso alcance- são reclamadas para voltar a pô-las à disposição e uso da consciência. Desta forma, voltamos a conectar-nos com a energia perdida e então, como resultado, ganhamos acesso a forças e recursos até então ignorados e inexplorados.
Inanna não fica para sempre presa no submundo. Sabendo que ia viajar para um lugar perigoso, tinha tomado as suas disposições para que a libertassem em caso de que se visse em dificuldades, uma vez lá em baixo. De modo semelhante, Plutão-Ereshkigal pode fazer-nos cozinhar no nosso próprio molho, mas devemos ter também o bom senso de não ficarmos presos somente no que a vida tem de abominável ou doloroso. Plutão esmaga-nos, mas como Inanna devemos retornar uma vez mais ao mundo de cima e ao funcionamento cotidiano da vida... esperemos que conhecendo-nos melhor a nós mesmos, com mais sabedoria e maior integridade.
Inanna escapa do mundo subterrâneo graças à ajuda de dois pequenos personagens andróginos. Pequenos e discretos, sem que ninguém  dê conta deslizam no submundo e aproximam-se de Ereshkigal, que por sua vez passa por grandes dores. Não só o marido morreu, mas também ela está grávida e o parto apresenta-se difícil. Por outras palavras: algo morreu, mas também algo está nascendo. Em vez de castigar Ereshkigal pela morte horrível de Inanna, as carpideiras aproximam-se dela o mais que podem e compadecem-se do seu estado. Numa espécie de terapia não diretiva como a de Rogers, dão-lhe margem para queixar-se e gritar, devolvendo-lhe a imagem do seu sofrimento e das suas dores. Às carpideiras ensinaram-lhes a afirmar a força vital mesmo quando esta se expresse pela miséria, a escuridão e o sofrimento. Ereshkigal fica tão grata por ser aceite desta maneira que lhes oferece qualquer coisa que desejem. Os andróginos pedem-lhe que ressuscite Inanna, e Ereshkigal cumpre com a sua palavra e a traz de novo à vida. Inanna regressa ao mundo de cima, transformada e renovada, trazendo consigo uma nova vida para as culturas e a vegetação. Ereshkigal-Plutão destrói a vida, mas também é capaz de criar uma nova.


Mapa Natal de Richard Nixon

Que podemos aprender na Casa de Plutão?
Primeiro, em vez de entender as dores e as crises como um estigma ou uma patologia, como algo mau que é necessário evitar a qualquer preço, podemos ver estas fases como partes de um processo mais amplo, que conduz à renovação e ao nascimento.
Em segundo lugar, descobrimos que não podemos dominar nem transformar aquilo que condenamos, negamos ou reprimimos... que é exatamente a forma em que, normalmente encaramos qualquer coisa que nos desagrade. Em vez disso, as "carpideiras" têm a chave: a atenção prestada a Ereshkigal-Plutão e a sua aceitação como parte da vida, permitem que atue a magia curativa.
Algo mais se ganha ao ser destruído, ao perder o que foi precioso e por efeito da desintegração daquilo que uma vez nos serviu como fonte de identidade e de vitalidade. Ao sermos despojados de tudo recordamo-nos que ainda está lá depois de nos terem removido todo o resto. No profundo de nós descobrimos algo que nos detém, mesmo apesar da perda das antigas amarras do ego. Este é o dom que voltamos a encontrar na casa de Plutão: o conhecimento de algo que há em nós e que é indestrutível. Plutão liberta o perdurável do que é meramente transitório, e então renascemos com o sentimento de estarmos vivos que é incondicional, não dependendo do mundo fenomenológico, exterior ou familiar que nos dispõe determinados.
Obviamente onde Plutão erige o seu altar na carta, não têm de ser considerados ao pé de letra os assuntos dessa casa. Aqui os temas são complexidade e fascinação. Nos domínios de Plutão temos de ir em busca de causas ocultas e motivações inconscientes e subjacentes. Ao ego isolado não o interessa supervisionar a sua própria destruição. Plutão é o lacaio de um nuclear próprio e mais profundo, que usa este planeta; para derrubar os limites do ego e deixar em liberdade uma maior parte de quem na realidade somos. Tal como o expressa Jung, Plutão vai aos extremos, e somos capazes de exibir tanto o pior como o melhor da natureza humana no setor da vida onde este planeta se encontra. Quando se põe em questão a omnipotência do ego, tememos a possibilidade de sermos destruídos: de acordo com isto, procuramos proteger-nos controlando, mesmo que seja ao preço da traição ou da crueldade, o que sucede na casa de Plutão. Sem sequer saber porquê, podemos ser arrastados a agir de maneira compulsiva e obsessiva. Ainda nessa mesma esfera, se reconhecemos uma força misteriosa, mais poderosa que nós mesmos e nos pomos ao seu serviço, temos a potencialidade para descobrir e mostrar a nossa maior força e a nossa nobreza, o nosso propósito e a nossa dedicação. Não só saímos significativamente alterados por o que sucede neste domínio, mas é também ali onde podemos atuar como catalisadores ou desencadeadores da transformação de outros. Nalguns casos, a mesma força que move a história pode apossar-se dos nativos para, por intermédio deles, poder operar no domínio de Plutão.
Quando Escorpião está na cúspide de uma casa, ou contido nela, a sua interpretação é semelhante à de Plutão neste mesmo posicionamento. A casa onde se encontra Plutão influenciará sobre qualquer casa onde esteja Escorpião. Por exemplo, o ex-presidente Nixon tinha Plutão na casa X e Escorpião na cúspide da III. Uma mentalidade furtiva, maquinadora e decidida (Escorpião na casa III) não se deteria ante nada para concretizar a sua carreira (Plutão na casa X) a sua necessidade obsessiva de poder e status, até produzir finalmente a sua própria destruição e o seu posterior renascimento.



sexta-feira, 10 de março de 2017

SOL EM TRÂNSITO EM ASPETO COM NEPTUNO NATAL



EM ASPETO POSITIVO:
Entregamo-nos a um ideal. A espiritualidade desperta em nós. A nossa sensibilidade misturada com a intuição, faz-nos sentir bem com os seres e as coisas.

EM ASPETO NEGATIVO:
Uma fértil imaginação pode fazer vaga e confusa a nossa visão da realidade. O interesse para estar junto de amigos é menos estimulado neste período e sentimo-nos melhor na presença de familiares. É um momento interessante para refletir acerca do passado e pensar nos êxitos e fracassos obtidos na profissão. Temos que meditar muito antes de tomar qualquer decisão.

SOL EM TRÂNSITO EM CONJUNÇÃO A NEPTUNO NATAL
Você sente-se mais lânguido (a) agora, menos concentrado (a) nas tarefas mundanas e possivelmente menos enérgico (a) também. A sua imaginação e as suas fantasias estão muito ativas e pode ter algumas ideias muito criativas. Negativamente, tende a dissipar as suas energias ou a evadir-se do mundo real.

SOL EM TRÂNSITO EM SEXTIL A NEPTUNO NATAL
Sente-se menos competitivo (a) e ambicioso (a) nas coisas mundanas e práticas. O mundo da imaginação, fantasia, arte, música ou misticismo são muito atrativos para si agora, e se tem talento em alguma destas áreas, então este pode ser um momento muito criativo e frutífero. No entanto, as possibilidades negativas para si neste momento são o ser indisciplinado (a), descuidado (a), indefinido (a), e o desperdiçar o seu tempo e energia.

SOL EM TRÂNSITO EM TRÍGONO A NEPTUNO NATAL
Neste momento você gosta de arte, teatro, música e o seu próprio mundo interior de fantasias. A sua imaginação é vivida. Se tem um interesse em temas espirituais, este interesse intensifica-se agora. A inabilidade para ser decidido (a) e a falta de energia são possibilidades negativas. Pode estar bastante preguiçoso (a) agora.

SOL EM TRÂNSITO EM QUADRATURA A NEPTUNO NATAL
A confusão e a incapacidade para concentrar-se em tarefas mundanas, a má compreensão ou  deturpação entre você e os outros e o desejo de evadir as responsabilidades reais e os desafios, são coisas potencialmente negativas para si agora. Além disso, você está mais sensível, impressionável, sonhador (a) ou idealista neste período.

SOL EM TRÂNSITO EM OPOSIÇÃO A NEPTUNO NATAL
As suas defesas estão mais débeis agora do que  o habitual e você sente-se inclinado (a) a retirar-se passivamente ou a render-se em relação aos outros em vez de agir decidida e fortemente em seu próprio proveito. A confusão, imprecisão ou deturpação podem ocorrer nas suas relações, por isso tenha cuidado em efetuar compromissos neste momento, é provável que você veja as coisas muito mais claras e realistas depois.


sábado, 25 de fevereiro de 2017

VÉNUS NATAL NAS CASAS



O planeta Vénus associado com a sua homónima, a deusa romana do amor e da beleza e com a divindade grega Afrodite, simboliza o desejo de união e de relação que existe em todos nós.
Em termos junguianos, Vénus é, como a Lua, um princípio da alma que representa a necessidade de equilíbrio e harmonia, de união e proteção.
Na Casa que ocupa, Vénus indica aquela esfera da experiência mediante a qual podemos alcançar na forma mais natural um sentimento de paz, equilíbrio, bem- estar e satisfação.
No seu domínio resulta estimulada a nossa capacidade de apreciar, valorizar, amar e ser amados. É ali onde somos complacentes e nos deixamos satisfazer e onde exibimos algo do nosso melhor gosto, estilo e da nossa consideração pelos outros.
Tudo isto soa muito bem, mas antes de se apressar a ver onde está posicionada  Vénus na sua Carta Natal, o leitor tem de se lembrar que na natureza desta deusa havia outros aspetos menos agradáveis. Em primeiro lugar, não podia tolerar que a vida ou as pessoas não estivessem à altura do que em sua opinião, deveriam ser. Devido a tão elevadas expetativas de perfeição e harmonia, é possível que a Casa de Vénus denote o terreno onde, se a vida não pode satisfazer esses ideais, podemos sentir-nos dececionados e desiludidos.
No entanto, motivada por essa insatisfação, Vénus poderá também indicar qual é a área da vida onde nos sentimos obrigados a fazer algo em virtude do qual o mundo (ou nós) seja um pouco mais justo, mais harmonioso ou mais belo.
Em segundo lugar, Afrodite odiava a competição. Impôs lições extremamente humilhantes a Psyche, uma formosa jovem mortal, porque sentia que a rapariga havia usurpado o seu lugar ao receber um grau de atenção que só era digno de uma deusa, ou seja, à própria Afrodite. Além disso, quando Páris teve de julgar qual das três deusas -Hera, Atena e Afrodite- era a mais bela, não teve pudor algum em desnudar-se para condicionar a sua opinião.
Pela Casa, Vénus pode assinalar em que campo da vida sentimos rivalidade ou inveja para os que talvez estejam melhor dotados que nós. É também ali que nos valeremos da sedução, de uma engenhosa doçura e de parecidos artifícios para assegurarmos os nossos objetivos.
Conta-se que, Afrodite usava um cinturão mágico que tinha o poder de encantar e escravizar os homens. Como um suborno mais, para conseguir que Páris a elegesse a ela e não às outras deusas, ofereceu-lhe como esposa a fascinante Helena, sem que parecesse muito importante o facto de que, casualmente, a prenda escolhida estivesse já casada; ganhar o concurso de beleza era mais importante. Como resultado, iniciou-se a guerra de Troia que interrompeu e encheu de dor a vida de milhares de seres.
Em ocasiões, Afrodite (Vénus), a deusa do amor e da beleza, converte num tormento e num caos a vida das pessoas. Finalmente, havia vezes em que Afrodite se comportava como uma espécie de compensadora de desequilíbrios. Por exemplo, ao insistir para que o seu filho Eros ferisse Plutão com uma das suas célebres setas, alterou gravemente a vida da jovem Perséfone - demasiado inocente e virginal em opinião da deusa - para seu próprio bem.
Na Casa de Vénus necessita-se algumas vezes de certa medida de dor, de luta ou de sofrimento para nos trazer de volta a uma situação mais harmoniosa e equilibrada se nos afastámos demasiado dela, numa direção qualquer.
Vénus rege dois signos, Touro e Libra. Touro representa o lado mais terreno e mais sensual de Vénus. Na Casa onde se encontra Touro procuramos de modo mais direto a satisfação de desejos de natureza física ou instintiva, entregando-nos em satisfazer apetites como os da comida e o sexo, e as necessidades básicas de comodidade e segurança. A Casa de Libra, pelo contrário, é onde queremos realizar os ideais românticos e estéticos do amor, a beleza, a simetria e a proporção, em busca do que há de bom, de belo e de verdadeiro na vida.
A Casa onde se encontre Vénus influenciará sobre qualquer Casa onde Libra ou Touro estejam na cúspide ou dentro dela.


domingo, 27 de novembro de 2016

ÁRIES ASCENDENTE - LIBRA DESCENDENTE



Quando ascende Áries, signo de fogo, a pessoa deve enfrentar a vida de maneira enérgica e direta. Há uma necessidade de ser decisivo, de tomar medidas e o poder de criar e de dirigir a vida. A característica nuclear de Áries no Ascendente é que encontra esta potência criativa no seu interior, sem ficar esperando que as coisas sucedam. Se na Carta há outros posicionamentos que indicam uma natureza delicada ou retraída, maior será a luta para desenvolver as qualidades de Áries. Se a expressão do Ascendente Áries é negada, a frustração interior que se acumula poderá fazer explosão periodicamente em doenças, explosões dramáticas ou exageradas, ataques de raiva incontroláveis ou outras formas de comportamento autodestrutivo. Se no resto da Carta há fogo suficiente, o Ascendente Áries permite que a autoafirmação flua livremente, mas corre-se o perigo de ser demasiado dominante ou manifestamente egocêntrico, expressões ambas que em última instância podem ser contraproducentes.
Se Áries ascende, o Descendente corresponderá a Libra, o signo oposto, que indica à pessoa a conveniência de equilibrar uma autonomia incontrolável com certo grau de consideração por outras pessoas. No entanto, se quem tem este Ascendente tem de escolher entre um extremo ou o outro, provavelmente será mais prudente que erre em favor da autoafirmação e da ousadia, antes que conter-se demasiado em prol da paz, e da necessidade de se adaptar às exigências de outros. Depois de ter encontrado o seu próprio poder, e de ter libertado a coragem necessária para ser você mesmo (a), já poderá aprender a regular adaptar e temperar a sua natureza conforme seja necessário. Em última instância, necessitará incluir as qualidades librianas de graça, previsão e consideração pelas razões e o ponto de vista de outras pessoas.
A mensagem que estas pessoas comunicam subtilmente (ou não tão subtilmente) pode ser:
Fisicamente, quem tem Ascendente Áries pode ter um rosto alrgre e enérgico, de olhar intenso, mas de contactos visuais rápidos e fugidios. Os seus movimentos são geralmente rápidos e impulsivos, como se a pessoa esteja pronta em qualquer momento para mergulhar de cabeça nalguma atividade nova.
O controverso escritor Henry Miller (mapa da foto), autor de vários livros que estiveram proibidos nos Estados Unidos, tinha Áries no Ascendente e Marte, seu regente, em Escorpião, na Casa VII. As aventuras e façanhas sexuais (indicadas por Marte em Escorpião na Casa VII) foram parte integrante da sua ousada viagem de descoberta de si mesmo (Marte rege o Ascendente Áries).



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

SOL EM TRÂNSITO EM ASPETO COM ÚRANO NATAL



EM ASPETO POSITIVO
Prestígio e lucro por atividades artísticas ou científicas, viagens ou inventos. Estes aspetos são benéficos para a inteligência e também para a saúde, além de estimularem as faculdades interiores e intuitivas.

EM ASPETO NEGATIVO
Podem ocorrer perdas repentinas e inesperadas. Há desacordo com a família, questões entre amigos e perturbações entre marido e mulher. Estes aspetos afetam os nervos e consequentemente a saúde também, podendo mesmo haver a possibilidade de ocorrer um acidente.  Evitemos confrontar-nos com pessoas da autoridade neste período. Há que manter-se o controlo.

SOL EM TRÂNSITO EM CONJUNÇÃO COM ÚRANO NATAL
Você está excitável e inquieto hoje e pode fazer algo totalmente inesperado e fora do seu caráter. A impaciência com a rotina monótona e o desejo de liberdade e mudança podem estimulá-lo a fazer algo que normalmente você considera irresponsável ou adolescente. Insiste muito nos seus próprios "direitos", necessidades e preferências neste momento. Um acontecimento que interrompe o seu horário habitual poderá suceder agora.

SOL EM TRÂNSITO EM SEXTIL COM ÚRANO NATAL
O atuar por impulso, mudar a sua rotina habitual, improvisar e usar a sua intuição em vez de seguir uma maneira prefixada e lógica de fazer as coisas, aparecem agora. O ritmo da sua vida acelera-se agora. Espere um momento inconstante, imprevisível mas interessante.

SOL EM TRÂNSITO EM TRÍGONO COM ÚRANO NATAL
Você tem pouca tolerância com o aborrecimento e o cumprimento de normas neste momento, e pode fazer algumas mudanças e descobertas criativas, experimentar novas possibilidades, ou inventar uma nova maneira de fazer as coisas.
Não quer seguir mais ninguém neste momento, e por sorte é capaz de encontrar formas para se expressar autenticamente e até ser um pouco "loco" sem ofender ou causar irritação aos outros. Este é um período excelente e dinâmico. Aproveite qualquer oferecimento ou oportunidade incomum.

SOL EM TRÂNSITO EM QUADRATURA COM ÚRANO NATAL
A sua rotina cotidiana é provável que se atrapalhe agora, tanto por acidentes "caprichosos" mais além do seu controlo ou por sua própria impaciência com o status quo. São muito prováveis os sucessos inesperados e repentinos, e a libertação de situações de confinamento de relações.

SOL EM TRÂNSITO EM OPOSIÇÃO COM ÚRANO NATAL
As relações andam mal ou então tomam um rumo inesperado. A necessidade de mais liberdade, independência ou novidades do seu lado ou do lado de alguém íntimo a si pode perturbar o status quo numa relação importante. Pode entrar em contacto com alguém muito diferente de si que o desafia, o surpreende ou o faz irritar. Espere o inesperado nas suas relações!


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

domingo, 25 de setembro de 2016

ÚRANO EM TRÂNSITO PELA CASA XII



Tradicionalmente a Casa XII descreve as orientações, impulsos, necessidades ou compulsões que operam inconscientemente e, porém, influenciam significativamente nas escolhas, atitudes e orientações que procuramos na vida. Aquilo com que a mente consciente não está em contato, ou que prefere não reconhecer, é "armazenado" - e até mesmo "aprisionado" - na Casa XII. Ao transitar por ela, Úrano obriga alguns destes complexos e compulsões inconscientes a entrar na consciência. Por exemplo, se o leitor tem um medo inconsciente de ser rejeitado, quando Úrano transitar pela sua Casa XII, atrairá sobre si sem se dar conta, situações que o obriguem a encarar esse medo. Em poucas palavras, durante este período Úrano transforma-nos deixando a descoberto uma parte do que está escondido e oculto nos cantos mais recônditos da psique.
É possível que descubramos em nós mesmos, quando Úrano transita pela Casa XII, algo aterrador e desconcertante, mas este trânsito também pode servir para nos conectar com partes nossas muito positivas e benéficas. O inconsciente, tal como no-lo mostra a Casa XII, não é um armazém de orientações ou sentimentos negativos, remanescentes do passado: é também o recetáculo de potencialidades positivas ainda não exploradas e que ainda estão por crescer. Este é um bom período para realizar uma exploração psicológica interior, um "mergulho em profundidade" neste domínio aquático, quer seja através de psicoterapia ou fazendo uso de outras técnicas. Assim cooperamos com Úrano no seu esforço para revelar e iluminar o que tem sido até agora, em nós algo indiferenciado ou inacessível.
Sob a influência deste trânsito, e com frequência de forma inesperada e pouco habitual, reaparecem pessoas e circunstâncias do nosso passado (e isso pode significar de vidas passadas), dando-nos a oportunidade de resolver questões que ficaram pendentes. Poderá ser que apareçam literalmente na nossa porta de casa, ou que  retornem de maneira mais indiretamente nos nossos sonhos ou fantasias.
Seja como for, é o passado que retorna para nos saudar ou para nos perseguir. Talvez existam problemas pendentes que queiramos resolver, ou talvez desejemos sentir o prazer de redescobrir alguém a quem já conhecíamos e amámos. O encontro com o passado e o acerto de contas antigas pode ser depurador e curativo, algo que prepare o caminho para o renascimento que se produzirá quando Úrano cruzar o nosso Ascendente ao entrar na Casa I.
Quando Úrano percorre a Casa XII, as fronteiras comuns entre nós e os outros desmoronam. Isto pode sinalizar um período de intuições e revelações psíquicas, numa época na qual estamos excecionalmente sintonizados com os sentimentos dos outros. Talvez sem saber bem como, percebamos com toda a precisão o que está passando um amigo que vive a dois mil quilómetros de distância. Ou então sonhamos com alguém, e no dia seguinte a mesma pessoa bate à nossa porta. Algumas destas visões e conexões podem ser inquietantes, outras de natureza mais positiva, e mesmo de natureza reveladora. Até que ponto devemos confiar nelas, é difícil de dizer, embora (uma vez mais) se possa ter algum indício da sua validade se forem analisados os aspetos que irá formando Úrano, no seu trânsito pela Casa XII, com os demais planetas na nossa Carta Natal. Também estaremos mais sensíveis às tendências ou correntes coletivas que flutuem no ar. Talvez tenhamos precognições repentinas sobre os lugares no mundo que podem ser locais de conflito, ou uma antecipação impressionante dos novos estilos, modas ou movimentos que estão prestes a aparecer "no palco". Algumas das pessoas que passam por este trânsito podem servir como canais através dos quais chegam à comunidade a mudança e as novas ideias.
A Casa XII relaciona-se com as instituições: hospitais, prisões museus, bibliotecas ou organizações de caridade. Se durante algum tempo estivemos vinculados com uma instituição, o trânsito de Úrano pela Casa XII pode indicar a nossa insatisfação com o papel que desempenhamos nela, ou o nosso desacordo com a maneira como ela funciona. Talvez tentemos promover mudanças ou reformas no seio dessa instituição e é possível que por este motivo nos vejamos em conflito com figuras da autoridade. Se as instituições não desempenharem um papel importante na nossa vida, isto pode mudar enquanto temos Úrano nesta Casa e talvez comecemos a dedicar  algum tempo a ajudar ou a atender pessoas menos afortunadas que nós.
São muitas as pessoas que falam do trânsito de Úrano pela Casa XII como uma época em que se sentem mais inquietas e mais tensas do que o habitual: querem introduzir mudanças na sua vida e no entanto não conseguem levá-las à prática, ou não chegam a saber por onde começar. As mudanças estão sendo preparadas, sem dúvida, mas provavelmente não virão a tomar forma real até que Úrano cruze o Ascendente ao entrar na Casa I. Enquanto isso, podemos ir preparando o trabalho se atarmos as pontas soltas da fase da nossa vida que está prestes a terminar.

Deixo de forma sucinta mais alguns   tópicos:

DESCRIÇÃO GERAL
As experiências estranhas e misteriosas ou as coincidências que parecem vindas do céu, podem ser muito frequentes neste período. Pode sentir um súbito interesse pelo exotérico, o funcionamento da mente inconsciente, ou as técnicas para explorar a psique ou o reino espiritual, num esforço para explicar alguns dos sentimentos e acontecimentos incomuns que vive.
Num nível mais concreto, você pode descobrir algo que foi perdido ou escondido por muito tempo.
O planeta da liberdade entra na Casa da solidão. É em nós, na nossa riqueza interior, onde vamos encontrar os meios para nos libertarmos de todos os nossos obstáculos. Transformações interiores, invenções secretas, investigações ocultas, autoanálise, aparecem agora. Sentimo-nos capazes de encontrar a melhor solução, rápida e eficaz, para os nossos velhos problemas.

EM ASPETO NEGATIVO
Podemos sofrer uma intensa crise psicológica que se manifesta num desistir de nós mesmos. Sem saber utilizar os nossos recursos interiores no momento oportuno, usando o nosso conhecimento com fins egoístas, podemos encontrar a hostilidade de um ambiente que já não nos compreende. Renunciemos à ideia de que estamos sozinhos na Terra!


sexta-feira, 15 de julho de 2016

NEPTUNO NATAL NAS CASAS



O planeta Neptuno está associado com o deus romano do mesmo nome e com o grego Posídon. Enquanto personificação da água, Posídon era o deus dos mares, lagos, rios e correntes subterrâneas. Embora habitasse num vasto palácio no fundo do oceano, invejava a soberania de Zeus e estava ávido de ter mais haveres no mundo. Posídon lutou com Atenea, pela Ática e perdeu-a; também sem êxito, combateu com Hera pela Argólida, e não conseguiu despojar Zeus de Egina. Enfurecido e solitário, inundou as terras que tinha sido incapaz de conquistar, ou por puro despeito, secou os seus rios. Como sucede a Posídon (Neptuno), também as nossas versáteis emoções estão ávidas de coisas que geralmente não podemos alcançar. O elemento astrológico de água, associado com o reino dos sentimentos, atua também noutros sentidos de maneira semelhante a Posídon. Quando emergia do mar podiam suceder duas coisas: às vezes as águas abriam-se, alegres e magníficas, em torno dele. Outras vezes, no entanto, a sua aparição era anunciada por violentas tempestades e tormentas furiosas. De maneira semelhante, quando os nossos sentimentos afloram à superfície, tanto podem ser plena e divinamente geniais como varrerem-nos como um maremoto. O planeta Neptuno, assim como a Lua e Vénus, é outra energia da alma, que representa aquela nossa parte que se funde com os outros, se adapta a eles, os reflete e tenta unir-se-lhes. Enquanto a mãe Lua adquire a sua identidade refletindo o outro, e a sedutora Vénus dá com intenção de receber alguma coisinha em troca, o sentimental Neptuno quer perder a sua identidade confundindo-se com algo superior a ele. Enquanto que a tarefa principal do ego isolado (Saturno) é a auto preservação, o planeta Neptuno simboliza a vontade de dissolver os limites que faz do ser uma entidade à parte e experimentar a unidade com o resto da vida. Já encontrámos estes dois princípios na análise geral da Casa XII, e os que leram esse post recordarão que não é muita a amizade que reina entre eles. É mais Saturno, (que representa o princípio estruturador do eu) com medo de ser derrubado por Neptuno, engole-o quando este nasce. Para muitas pessoas a desintegração da identidade individual constitui uma perspetiva aterradora e de bom grado relegam Neptuno - isto é, ao desejo de voltarem a conectarem-se com a totalidade da vida- ao inconsciente. Mas (para aproveitar a análise de Liz Greene) qualquer coisa que se enterre num porão consegue abrir um túnel que lhe permite sair debaixo da casa e aparecer sobre a relva do jardim. Se suprimimos Neptuno, ele não se vai embora; pelo contrário, disfarça-se e surge furtivamente diante de nós. É provável que, na Casa de Neptuno, sem darmos conta  tais circunstâncias, não nos deixem outra alternativa senão sacrificar as nossas necessidades e desejos pessoais em obediência a forças que não podemos mudar ou aliviar de alguma forma. Deste modo, o ego individual vê-se livre do seu sentimento de superioridade omnipotente e da crença de que constitui uma entidade separada. Assim purificados, somos recebidos afetuosamente nos braços de algo que nos transcende, De facto foi Júpiter que resgatou Neptuno da tirania de Saturno. O próprio desejo de expansão (Júpiter) do ego individual acaba por minar a sua condição de entidade separada, enquanto deixa que Neptuno ande em liberdade. De forma semelhante, muitas pessoas, em vez de temer a desintegração do eu, favorecem-na ativamente, em busca da expansão e da felicidade que vão associadas com uma existência sem limites. Este objetivo pode ser alcançado de forma construtiva através da meditação, a fé e a veneração religiosa, a criatividade artística e uma generosa dedicação a outra pessoa ou a uma causa; ou -mais perigosamente- pode tentar-se o mesmo pela via das drogas, do álcool ou de uma desenfreada entrega às paixões. Há pessoas que recordam vagamente um perdido Éden do passado e procuram o céu na terra na Casa de Neptuno. Convencidos de que é dever de Neptuno conceder-nos tudo, provavelmente depositamos grandes esperanças nos assuntos que pertencem ao seu domínio, como se ali estivesse a nossa própria redenção. Depois de termos apontado nada menos que ao êxtase absoluto, dececionamo-nos invariavelmente que o mundo exterior não nos entregue o esperado. Feridos e amargurados, é provável que os nossos olhos recorram à Casa buscando consolo... com frequência no bar ou no armário dos remédios. Porém, para alguns a desilusão que significa não obter o que desejávamos de Neptuno é o ponto de partida de outra dimensão da experiência: em vez de procurar a nossa felicidade exclusivamente nas realidades externas da vida, voltamos a atenção para dentro. E finalmente, é possível que descubramos que a felicidade que procurávamos já a tínhamos dentro de nós, oculta no palácio de ouro indestrutível que Neptuno tem nas profundezas do mar. Faz falta Júpiter para resgatar Neptuno, e é muito frequente que, na Casa onde está posicionado Neptuno, andemos em busca de um salvador. Ao fazer o papel de vítima ou de perdedor, (ao mesmo tempo que renunciamos à responsabilidade e ao esforço pessoais), temos a esperança que apareça alguém que se encarregue por nós desse aspeto da vida. Por outro lado, existem pessoas que revertem esta dinâmica e se esforçam por fazer, neste domínio, o papel de salvadores dos outros. A diferença dos casos em que a influência é de Saturno, esta atitude não obedece à pressão de "contos de fadas": desde um novo deus ou deusa, ou superestrela, a um escândalo público, ou a um conveniente bode expiatório. Tal como se pode imaginar do deus do mar, Neptuno, é bastante escorregadio. Quando no seu domínio andamos atrás de algo, é provável que nos iluda misteriosamente. Muitas vezes em vez de enfrentarmos os factos, atuaremos como Blanche Dubois, inventando a ilusão de que tudo é maravilhoso. Podemos decidir não ver mais do que aquilo que fundamenta a nossa fantasia, mais tarde ou mais cedo, o mais provável é que a realidade desmorone sobre nós. Mas também pode ser que não: com Neptuno nunca se pode estar seguro. Este planeta está associado com as coisas do mundo etéreo, que não necessariamente se podem captar, medir, ou até mesmo ver. Antes da forma em si é a essência subjacente da forma. Por intermédio da Casa de Neptuno, podemos ter pressentimentos de estados de consciência superiores ou diferentes, uma visão do infinito e da eternidade, e daquilo que transcende os limites normais do espaço e do tempo.
Noutro nível, Neptuno é a neblina, nevoeiro e nebulosidade; segundo a Casa onde esteja, pode mostrar onde nos encontramos desorientados, confusos e incertos sobre as nossas metas e objetivos, ou nos inclinamos a andar flutuando à deriva e a deixar-nos levar com qualquer coisa que surge. Se (como crê Neptuno) Tudo é Um, então nada que suceda pode ser, de todas as formas, demasiado importante para nós. Duas figuras associadas com Neptuno, são Dionísio e Cristo. Ambos pregaram o abandono da identidade independente e a necessidade de se fundir com algo numinoso e divino. Dionísio reuniu um grupo de seguidores e, com a ajuda dos efeitos embriagadores do vinho, deixavam-se transportar, através do sentimento e do êxtase, para outras áreas. Esquecendo as realidades terrenas da vida, simplesmente abandonavam-se para algo mais vasto que o eu, sem se preocuparem se tinham deixado o carro estacionado no sítio certo ou se, a essa hora deveriam estar em casa preparando o jantar para o marido. Neste caso transcendiam o tempo, os limites e as formas. Alguns veem Cristo ao mesmo tempo vítima e salvador, ensinou o ego pelo espírito. Para o estabelecido ou institucionalizado - a consciência ordinária no nível do ego - é difícil reconhecer como deuses tanto Dionísio como Cristo. Ambos sofreram de alguma maneira um desmembramento; ambos morreram, para voltarem a nascer. A posição por casas de Neptuno é o lugar onde, até certo ponto, podemos compartilhar a experiência destas divindades. Neste domínio podemos desmoronar, mas, para logo estar a levantar-nos de uma forma diferente, abertos a algo que está mais além do ego. Atitudes como a boa disposição, vontade de aceitação e a fé ajudam ao processo.
Às vezes na Casa de Neptuno, não temos outras opções viáveis. O efeito de Peixes na cúspide de uma Casa, ou nela contido, é semelhante ao de Neptuno. A Casa onde esteja Neptuno irá influenciar sobre qualquer Casa onde se encontre Peixes. Por exemplo, Marilyn Monroe nasceu com Neptuno na Casa 1 e Peixes na cúspide da Casa 8, Marilyn chegou a simbolizar uma imagem idealizada da sexualidade feminina (Peixes na Casa 8), e no processo sacrificou grande parte da sua própria identidade (Neptuno na Casa 1), a de si mesma, da personalidade.

domingo, 1 de maio de 2016

SOL EM TRÂNSITO COM JÚPITER NATAL



EM ASPETO POSITIVO
Nadamos na euforia... graças à sorte e às numerosas oportunidades que se nos oferecem, atravessamos um período de expansão em todos os campos. Ótimo momento para a prática de exercícios físicos ao ar livre.

EM ASPETO NEGATIVO:
Um entusiasmo desmesurado pode levar-nos a presumir das nossas forças e do nosso talento. O excessivo desejo de agradar pode causar-nos deceções.

SOL EM TRÂNSITO EM CONJUNÇÃO COM JÚPITER NATAL
Agora,  sente-se expansivo (a), entusiasta e otimista. Quer expandir-se, fazer e experimentar mais. Vai beneficiar muito com as oportunidades que se apresentam neste momento. Uma pessoa que será muito influenciadora e útil para si pode aparecer na sua vida.

SOL EM TRÂNSITO EM SEXTIL COM JÚPITER NATAL
Os acordos, contratos e o compartilhar os seus esforços com os outros funcionarão em seu próprio proveito agora. Um amigo ou pessoa com autoridade pode oferecer-lhe ajuda ou apresentar-lhe uma oportunidade que o (a) beneficiará agora ou no futuro. Além disso, você colherá mais tarde a recompensa pela generosidade e apoio que oferece aos outros neste momento.

SOL EM TRÂNSITO EM TRÍGONO COM JÚPITER NATAL
Este é um bom momento para ter lazer e relaxamento; é hora de renovar,  rejuvenescer e fazer as coisas que mais gosta. O bom humor e o otimismo prevalecem e você é capaz de ter uma perspetiva mais ampla da sua vida.
Este também é um bom momento para aproximar-se de alguém que esteja numa posição que o (a) beneficie espiritual, intelectual ou materialmente.

SOL EM TRÂNSITO EM QUADRATURA COM JÚPITER NATAL
Você está otimista e possivelmente extravagante. Está menos cauteloso (a) que o habitual, sentindo possivelmente que nada pode correr mal. Se está com tendência a desperdiçar, a ser perdulário ou para chegar a excessos de alguma maneira, esta tendência é exagerada neste momento.
De qualquer modo, você aponta mais alto que o usual e uma oportunidade ou contacto muito vantajoso também pode ocorrer.

SOL EM TRÂNSITO EM OPOSIÇÃO COM JÚPITER NATAL
Uma meta ou projeto para o qual tenha trabalhado realiza-se agora, ou ganha força e reconhecimento positivo dos outros. Sente-se expansivo (a) e disposto (a) a correr riscos e pode ser muito extravagante.


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